quarta-feira, 23 de maio de 2007

Formação


Entre bafos de charuto e tragos valentes num copo de wiskey velho com duas pedras, surgiu à conversa com um amigo um tema que desde logo achámos merecedor de uma profunda reflexão. E preparem-se amigos pois o que aí vem é filosofia no seu estado mais puro e selvagem. Mas enquanto ganham fôlego para tal tenho uma confissão a fazer pois sou incapaz de vos camuflar a verdade – o assunto que se segue para além de ser da responsabilidade do interveniente não surgiu em nenhum fumício mas sempre achei que ambientes envoltos numa bruma de exalação tabágica tinham o seu quê de coolness, especialmente se servirem de anfitrião a uma bela jogatana de poker envolvendo apostas com grandes montantes de valor cambial ou equivalente. Adiante, discutia-se o critério de selecção das mulheres face ao sexo oposto.
Estou certo que muitos de vós já nem estão neste paragrafo dada a contingência do que se pretende aqui a dissecar. Para não entrar em grandes teses teóricas e especulações decidimos, à homem diga-se, dividir os machos em dois grandes grupos distintos, para a modos que simplificar a coisa. Então ele há-los assim: bonzinhos e charmosos; e mauzões e javardolas! Atenção, não é que sejamos todos assim, tendo que reunir estas características – também não sou nenhum fundamentalista, caramba! – mas acho que todos nós tendemos a desviar para uma destas doutrinas, está-nos no sangue! Eu digo pertencer ao segundo grupo, mais até pelo javardola do que pelo mauzão; enquanto que o amigo com quem debatia interessante tópico coabita no primeiro conjunto. No entanto, a pergunta que aqui se impõe é: qual das escolas vale a pena seguir, qual das atitudes traz melhor resultados? Não sei (isto falando em termos estritamente essenciais nos quais se manifesta interesse, ou seja, tendo em mente a facturação. Tudo resto se torna evidentemente secundário).
Não sei se por sermos humildes ou se por sermos uns falhados, ambos consideramos o grupo a que não pertencemos como o mais vantajoso. Mas, o que se verifica, é que existem variados casos de sucesso nas duas abordagens. E registamos isso com agrado pois no nosso grupo de amigos próximos, existem ocorrências de referência em ambos os espectros.
Portanto, posto isto, resumindo e abreviando, há uma esperança para todos! Embora, ponto assente, não se possa compreender o lado feminino eu já vi, com estes que a terra há de comer, muitos campeões do engate com estratégias distintas. Parece-me que o conta é a atitude e o trabalho! Só com esforço e dedicação se pode almejar a glória; portanto meus amigos parem lá com essas leituras bloguistas, tirem os olhos do monitor, levantem-se da cadeira e façam-se à vida!

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