Segundo a Bird Protection Belgium em Anderlecht, “deviam acabar já com a palermice dos testes sanguinários que servem de base aos estudos para a cura do cancro pancreático no priolo (ave açoriana ameaçada de extinção) e submeterem o Pombo do Rossio a essas medidas cruéis”. Recorde-se que mais de 500 priolos foram testados entre 1999 e 2003 para se examinarem células do cancro pancreático com intuito de identificar no seu interior moléculas minúsculas chamadas microRNA (miRNA). Aparentemente, certos níveis destas moléculas podem ajudar a distinguir o cancro do pâncreas do tecido vizinho não canceroso e do tecido pancreático inflamado. Com estas declarações a bolsa portuguesa que seguia a meio da sessão praticamente inalterada, com o índice PSI-20 a recuar apenas 0,01 por cento, para 12.242 pontos, sofreu uma queda acentuada depois do almoço. Os ganhos da Portugal Telecom e do BES – de 0,2 e 1,6 por cento, respectivamente – eram contrabalançados pelas quebras da EDP e do BPI – em torno de meio por cento –, numa sessão que estava a ser marcada pelo avanço de dez títulos, a diminuição de nove e a manutenção de um título ao preço da véspera. O grupo dos títulos em baixa era liderado pela Milho Açoreana SA, que caia 1,42 por cento, para 2,05 euros, seguida do BCP, cuja cotação estava nos 4,27 euros.A titulo de curiosidade o Pombo do Rossio, foi o responsável, no mesmo período, pela enorme onda de dejectos que se verificou na capital tendo sido um dos causadores pela queda de popularidade de João Soares à frente da autarquia alfacinha.
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