quinta-feira, 17 de maio de 2007

A melhor coisa do mundo


Chegou a altura de se debater um assunto realmente sério e filosófico com intuito de não tornar este blog demasiado frívolo. Deste modo pretendo reflectir sobre umas das grandes questões do nosso tempo. Não vou aqui dissecar da finidade do Universo ou da existência de forças sobrenaturais. Quem somos? De onde vimos? Para onde vamos? Porque é que não correm com o Nuno Gomes do ataque da selecção? Não! A questão que me faz carburar o cérebro é “Qual é a melhor coisa do mundo?”.
Se fosse um crominho da net colocava já aqui uma votação com várias opções depois transformadas num graficozinho às cores bem catita mas como não sou e, adivinhem, não o vou fazer. Em vez disso vou tentar responder a uma das interrogações mais pertinentes da humanidade apenas com base na minha sabedoria e poder de observação e...tchanam! A resposta é “pulseirinhas que dêem acesso a uma qualquer tenda VIP com bufete grates e bebidas à pala”!

E como não sou tipo de debitar coisas sem as fundamentar aqui vai a minha explicação. Ora vejamos, uma vez Luís Figo disse “Pois quando tu marcas um golo é como atingires um orgasmo, não?”. Daqui deduzo que marcar golos é bom, se bem que eu sou moço para ter marcado uns quantos nos meus jogos de quinta-feira lá da empresa e nunca fiquei no auge. E alguns deles foram tentos de belo efeito depois de um nó cego sobre o defesa central! Também já ouvi dizer que “o melhor do mundo são as crianças” e alguém proferir “esta sopa de agrião é a melhor coisa do mundo” mas convenhamos que estas pessoas são, sem querendo ofender, parvas e nunca comeram um bom bife mal passado com ovo a cavalo nem nunca estiveram num aniversário de um puto de 7 anos onde faltassem smarties!

Mas para não me apelidarem também de parvo vou confirmar a minha teoria em factos científicos e estatísticos. Os estádios da liga bwin estão sempre às moscas pelo que os golos não podem ser o melhor que por ai há. A taxa de natalidade tende sempre a diminuir pelo que manda as opções “crianças” e “sexo” à vida. Mesmo que digam que esse argumento não tem efeito por causa dos contraceptivos que permitem que um gajo não tenha rebentos aos pontapés independentemente da sua actividade sexual; bem, até podem ter razão mas... Atentem na quantidade de galifões atrás de um croquete e de um gin tónico numa festa VIP e a fila de um qualquer bar de alterne. É mais do que sabido que um evento que misture travessas de salgadinhos, miúdas de mini-saia e compósitos etílicos em grande quantidade está destinado ao sucesso!

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