Não gosto deles! De comerciais. E não gosto deles, de todos os tipos!A diesel, brancos e só com dois lugares. Não falo do ponto vista do conceito pois não tenho petizes para levar no banco e sempre é mais tralha que se mete sem discernimento critico na bagageira. Agora parece-me a mim, frequentador diário do asfalto, que a malta da brigada da rede teve que chumbar naqueles cursos de condução defensiva. Só assim consigo explicar a condução assassina de muitos deles! Eu até não tenho propensão para a estereotipização barata de indivíduos mas este “condutor comercial” dá ares de quem cumpre uma composição metódica e articulada de disposições legais que obriga a ser uma besta ao volante!
Outra casta de comerciais que não me apraz e chega até a repugnar-me são os vulgos vendedores. Seja do que for. Só recentemente, aquando da minha inserção no mundo do oficio remunerado é que comecei a ter contacto com esta espécie mas... Há gajo mais chato? Por acaso até há – os vendedores de bíblias (esses também são comerciais à sua maneira); os mormons*; as velhotas que impingem (não sei se é grates ou não) revistas religiosas; e afins. Ah, e um gajo que eu não ma lembra o nome mas que às vezes tenho o azar de o encontrar nuns barzinhos!
E atenção fumar mata! Deixem-se disso!
*nota: mormons são tipos sem barba que andam aos pares, tocam às campainhas e se apelidam de Santos dos Últimos Dias, com letra grande e tudo. Haja Santa Paciência para eles!
Sem comentários:
Enviar um comentário